Guerras da Gália
- Período
- 58 a.C. – 50 a.C.
- Lados
- República Romana vs Tribos gaulesas
- Batalhas
- 15
Designa-se historiograficamente por Guerras da Gália a série de campanhas de Júlio César iniciadas em abril de 58 a.C. e finalizadas durante a primavera de 52 a.C., quando, após um cerco de dois meses, César apoderou-se de Alésia e aprisionou Vercingetórix, líder dos Gauleses. Estas campanhas permitiram estabelecer o domínio romano sobre a Europa a oeste do rio Reno.
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Batalhas 15
58 a.C.
Batalha de Bibracte
A Batalha de Bibracte foi o conflito, travado no quadro das Guerras da Gália, em que se enfrentaram as tropas romanas comandadas por Júlio César e uma confederação de tribos celtas formada pelos Helvécios, os Boios e os Tulíngios, e liderada pelo helvécio Divicão. Constituiu o segundo confronto bélico de maior categoria registrado durante as Guerras da Gália.
58 a.C.
Batalha de Arar
Batalha do Arar foi travada entre as tribos migrantes dos helvécios e quatro legiões romanas — VII, VIII, IX Hispana e a X Equestris — sob o comando de Júlio César em 58 a.C. Foi a primeira grande batalha das Guerras Gálicas.[carece de fontes]?
58 a.C.
Batalha de Vosges (58 a.C.)
A Batalha de Vosges foi travada entre a tribo germânica dos suevos, liderada por Ariovisto, e seis legiões romanas comandadas por Júlio César em 58 a.C. e foi a terceira maior batalha das Guerras Gálias. As tribos germânicas haviam cruzado o Reno para se assentar na Gália, mas a principal revolta na região ainda não havia iniciado, o que aconteceria somente em 52 a.C.
57 a.C.
Batalha do Sábis (57 a.C.)
Batalha de Sábis, conhecida também como Batalha do Sambre ou Batalha contra os Nérvios, foi travada em 57 a.C., no contexto das Guerras Gálicas, perto da moderna cidade de Saulzoir, no norte da França, entre as legiões da República Romana e uma associação de tribos belgas, principalmente os nérvios. Júlio César, comandante das forças romanas, foi pego de surpresa e quase foi derrotado. Segundo o seu próprio relato, uma combinação de defesa determinada, habilidade militar e a chegada oportuna de reforços permitiu que os romanos transformassem uma derrota estratégica numa vitória tática.
57 a.C.
Batalha do Áxona
A Batalha do Áxona foi travada em 57 a.C., no contexto das Guerras Gálicas, entre as forças romanas de Júlio César e os belgas, liderados pelo rei Galba dos suessiões, que atacaram primeiro e foram repelidos por César. Temendo uma emboscada, os romanos não saíram em perseguição. A única fonte para esta batalha é a obra "Commentarii de Bello Gallico" (2.7–2.11), do próprio Júlio César.
57 a.C.
Batalha de Octoduro
A Batalha de Octoduro foi travada no inverno de 57–56 a.C. na cidade gaulesa de Octoduro, território atual de Martigny, Valais, Suíça, no contexto das Guerras Gálicas. A batalha foi resultado direto da tentativa romana de abrir o Grande Passo de São Bernardo sobre os Alpes e terminou em vitória romana. Porém, a ferocidade do combate convenceu a legião romana a voltar para buscar reforços.
57 a.C.
Cerco de Aduatuca
Cerco dos Aduátucos foi um cerco ocorrido em 57 a.C. pelo general Júlio César contra a tribo belgas dos aduátucos no segundo ano das Guerras Gálicas. César construiu um muro de circunvalação à volta da fortaleza dos aduátucos na Gália Bélgica, o que resultou na rendição da tribo, que entregou suas armas
56 a.C.
Invasões da Britânia por Júlio César
As Invasões da Britânia por Júlio César foram duas campanhas bélicas dirigidas pelo general da República Romana Júlio César contra o sul da ilha da Grã-Bretanha, conhecida como Britania pelos romanos. Durante a Guerra das Gálias, César invadiu a ilha por duas ocasiões: em 55 e 54 a.C. A primeira invasão decorreu no verão e desconhece-se se foi planejada como uma invasão em grande escala, ou como uma missão de reconhecimento. A segunda teve mais sucesso, e César conseguiu restaurar no trono dos trinovantes o seu aliado Mandubrácio, depondo o seu rival Cassivelauno. Embora César não conseguisse conquistar territórios para a república, o sucesso da campanha radical em que Roma contou com os seus primeiros aliados na ilha e impôs os primeiros tributos entre as tribos da Britânia.
56 a.C.
Batalha do Golfo de Morbihan
A Batalha do Golfo de Morbihan foi a batalha mais importante da campanha de Júlio César contra a tribo gaulesa dos vênetos, que comandavam uma coalizão de outras tribos rebeldes na Armórica em 56 a.C. no contexto das Guerras Gálicas. A campanha terminou com uma decisiva vitória romana no golfo de Morbihan, um pequeno golfo na costa atlântica da Bretanha.
54 a.C.
Revolta de Ambiórix
Revolta de Ambiórix foi um rebelião ocorrida durante as Guerras Gálicas entre 54 e 53 a.C. na qual os eburões, liderados por Ambiórix, enfrentaram as legiões romanas lideradas por Júlio César. Quinze coortes romanas, incluindo a Legio XIV Gemina, foram completamente destruídas em Aduatuca e uma guarnição comandada por Quinto Túlio Cícero escapou por pouco depois de ser salva por César no último instante. Depois de sufocar a revolta, César passou o ano de 53 a.C. numa campanha punitiva contra os eburões e seus aliados, que, segundo o próprio César, foram completamente exterminados enquanto tribo pelos romanos.
52 a.C.
Batalha de Alésia
Na Batalha de Alésia, no ano de 52 a.C., os Romanos liderados por Júlio César venceram os Gauleses liderados por Vercingetórix.
52 a.C.
Batalha de Gergóvia
Batalha de Gergóvia foi uma batalha travada em 52 a.C. em Gergóvia, na Gália, o principal ópido dos arvernos, entre as forças romanas lideradas pelo procônsul Júlio César, e as tribos gaulesas, lideradas por Vercingetórix, durante as Guerras Gálicas. A vitória foi gaulesa.
52 a.C.
Batalha de Lutécia
Batalha de Lutécia, conhecida também como Batalha de Agedinco, foi um confronto entre as forças da República Romana, comandadas por Tito Labieno, legado de Júlio César, e as de uma coalizão de tribos gaulesas perto de Lutécia em 52 a.C., no contexto das Guerras Gálicas.
52 a.C.
Battle of the Vingeanne
The Battle of the Vingeanne was a mainly cavalry engagement between Roman legions under the command of Gaius Julius Caesar and the coalition of Gaulic tribes led by Vercingetorix. It occurred near the river of Vingeanne. It was one of the major battles of the Gallic Wars and was won by the Romans.
51 a.C.
Cerco de Uxeloduno
O cerco de Uxeloduno foi uma das últimas batalhas das Guerras Gálicas e foi travado em 51 a.C. no ópido de Uxeloduno. Foi o último grande confronto de Júlio César na Gália e vitória decisiva dos romanos marcou a pacificação da região sob o jugo romano.
Antes e depois, por perto
- 58 a.C. – 50 a.C.Guerras da GáliaEsta página
- 313Édito de Milão
- 451Batalha dos Campos Cataláunicos
- 732Batalha de Poitiers (732)
Quem governou esta terra
Estados aos quais pertencia este local segundo os dados de fronteiras históricas (Cliopatria). Os anos são aproximados, conforme o intervalo dos dados (de alguns anos a um século). Toque para abrir o mapa daquele ano.
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- 50 a.C.República Romana
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- 300 – 375Império Romano
- 400 – 425Império Romano do Ocidente
- 450 – 525Reino dos Burgúndios
- 550 – 625Reino Franco
- 650Reino dos Burgúndios
- 675 – 825Reino Franco
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- 975Frância Ocidental
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- 1500 – 1790Reino da França
- 1800Consulado Francês
- 1805 – 1810Primeiro Império Francês
- 1815 – 1845Restauração francesa
- 1850Segunda República Francesa