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Guerras Púnicas

Período
264 a.C. – 146 a.C.
Lados
Cartago vs Roma
Batalhas
65

As Guerras Púnicas consistiram numa série de três conflitos que opuseram a República Romana e a República de Cartago, cidade-estado fenícia, no período entre 264 a.C. e 146 a.C. Depois de um século de lutas, ao fim das Guerras Púnicas, Cartago foi totalmente destruída e Roma passou a dominar o mar Mediterrâneo.

Fontes: Wikipédia — Guerras Púnicas · CC BY-SA 4.0

Batalhas 65

  1. 264 a.C.

    Batalha de Messana

    A Batalha de Messana, travada entre 265 e 264 a.C., foi o primeiro confronto militar entre a República Romana e Cartago e deu início à Primeira Guerra Púnica. Naquela época, depois de recentes sucessos no sul da Itália, a Sicília estava se tornando cada vez mais importante estrategicamente a Roma.

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  2. 261 a.C.

    Batalha de Agrigento

    A batalha de Agrigento foi a primeira batalha da Primeira Guerra Púnica e o primeiro confronto militar de grande escala ocorrido entre os cartagineses e os romanos. A batalha aconteceu após um extenso cerco iniciado em 262 a.C. e resultou, com a vitória romana, no controle de Roma sobre a Sicília.

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  3. 260 a.C.

    Batalha de Milas

    A Batalha de Milas foi uma batalha naval travada em 260 a.C., durante a Primeira Guerra Púnica, entre as marinhas de Cartago e da República Romana. Foi a primeira vitória naval na história de Roma e um evento chave na guerra, pois foi a primeira vez que os romanos utilizaram o corvo em combate.

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  4. 260 a.C.

    Batalha das Ilhas Líparas

    A Batalha das Ilhas Líparas ou Batalha das Ilhas Eólias foi uma batalha naval travada no porto de Lípara em 260 a.C. entre as frotas de Cartago e da República Romana durante a Primeira Guerra Púnica. A vitória cartaginesa foi o resultado de uma emboscada e não de uma batalha tradicional.

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  5. 258 a.C.

    Batalha de Sulci

    A Batalha de Sulci foi uma batalha naval da Primeira Guerra Púnica travada em 258 a.C. entre a marinha romana e a marinha cartaginesa perto da costa da Sardenha.

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  6. 257 a.C.

    Batalha de Tíndaris

    A Batalha de Tíndaris foi uma batalha naval da Primeira Guerra Púnica travada na costa de Tíndaris, no norte da Sicília, em 257 a.C..

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  7. 256 a.C.

    Batalha do Cabo Ecnomo

    A Batalha do Cabo Ecnomo foi travada em 256 a.C. entre as armadas romana e cartaginesa frente ao cabo Ecnomo durante a Primeira Guerra Púnica, com importante vitória de Roma. Devido ao número de barcos e tripulação empregue, esta batalha foi a maior batalha naval da Antiguidade e, segundo opiniões, a maior da História.

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  8. 255 a.C.

    Batalha do Rio Bragadas (255 a.C.)

    A batalha de Tunes, também chamada batalha de Bragadas, ocorreu na Primavera de 255 a.C. no contexto da Primeira Guerra Púnica e terminou numa decisiva vitória cartaginesa.

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  9. 255 a.C.

    Batalha de Ádis

    A Batalha de Ádis foi travada em 256 a.C., a primeira batalha da República Romana em território africano, contra as forças de Cartago durante a Primeira Guerra Púnica. O combate terminou em vitória romana.

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  10. 255 a.C.

    Cerco de Áspis

    Cerco de Áspis ou Cerco de Clúpea foi a primeira batalha em território africano da Primeira Guerra Púnica e foi travada em 255 a.C. entre os exércitos de Cartago e da República Romana.

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  11. 251 a.C.

    Batalha de Panormo (250 a.C.)

    A segunda Batalha de Panormo, travada no contexto da Primeira Guerra Púnica, aconteceu em 250 a.C. e resultou numa vitória dos romanos, que haviam conquistado a cidade três anos antes, na primeira batalha de Panormo, frente aos cartagineses, que tentavam recuperá-la. Políbio a chamou de Batalha do Monte Ercte.

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  12. 250 a.C.

    Cerco de Lilibeu (250–241 a.C.)

    O Cerco de Lilibeu ou Cerco de Lilibeia foi uma fase particularmente intensa da Primeira Guerra Púnica. As forças terrestres da República Romana que atacavam a cidade de Lilibeu, no extremo oeste da Sicília, e as cartaginesas, compostas majoritariamente de mercenários, que a defendiam — e as respectivas frotas — se enfrentaram numa longa batalha.

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  13. 249 a.C.

    Batalha de Drépano

    A batalha de Drépano enfrentou a armada romana e a cartaginesa nas costas da Sicília, frente à cidade de Drépano (Trapani), resultando numa vitória cartaginesa.

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  14. 249 a.C.

    Battle of Phintias

    The naval Battle of Phintias took place in 249 BC during the First Punic War near modern Licata, southern Sicily between the fleets of Carthage under Carthalo and the Roman Republic under Lucius Junius Pullus. The Carthaginian fleet had intercepted the Roman fleet off Phintias, and had forced it to seek shelter. Carthalo, who heeded the warning of his pilots about impending storms, retired to the east to avoid the coming weather. The Roman fleet did not take any precautions and subsequently was destroyed with the loss of all but two ships. The Carthaginians exploited their victory by raiding the coasts of Roman Italy until 243 BC. The Romans did not mount a major naval effort until 242 BC.

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  15. 241 a.C.

    Batalha das Ilhas Égadas

    A Batalha das ilhas Égadas foi a batalha naval que marcou o fim da Primeira Guerra Púnica, travada em 241 a.C.. Cartago, depois de mais de vinte anos de batalhas navais e terrestres, depois de sofrer uma pesada derrota nas ilhas Égadas, tanto em homens quanto em navios, e já exausta, finalmente aceitou os termos de paz oferecidos pela República Romana.

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  16. 219 a.C.

    Cerco de Sagunto

    O Cerco de Sagunto foi uma batalha travada em 219 a.C. entre os cartagineses e os saguntinos na cidade montanhosa romana de Sagunto, um local perto da moderna cidade de mesmo nome na província de Valência, na Espanha. Esta batalha é lembrada principalmente por ter sido o estopim de uma das mais importantes guerras da Antiguidade, a Segunda Guerra Púnica.

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  17. 218 a.C.

    Batalha do Trébia

    A Batalha do Trébia deu-se em 18 de dezembro de 218 a.C., junto das margens do rio Trébia, na província itálica de Emilia, na qual o general romano Tibério Semprônio Longo foi derrotado pelo exército cartaginês comandado por Aníbal, em um dos sucessos bélicos mais importantes das Guerras Púnicas onde se confrontaram Romanos e Cartagineses.

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  18. 218 a.C.

    Batalha de Ticino

    A Batalha do Ticino, travada em novembro de 218 a.C., foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual Aníbal derrotou os Romanos sob Públio Cornélio Cipião numa luta de cavalaria.

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  19. 218 a.C.

    Batalha do Ródano

    A Batalha do Ródano foi travada durante a Segunda Guerra Púnica. O exército cartaginês, liderado por Aníbal, em sua marcha em direção à península Itálica, no outono de 218 a.C., enfrentou um exército da tribo gaulesa dos volcas na margem oriental do rio Ródano, possivelmente perto de Aráusio. Os pró-romanos volcas, agindo em nome do exército romano acampado na margem oriental, perto de Massília, tinha como missão evitar que os cartagineses atravessassem o rio. Imaginando um plano para contornar os volcas, os cartagineses, antes de atravessarem o rio para atacar os gauleses, enviaram um destacamento rio acima, liderado por Hanão, para cruzar em um ponto diferente e para assumirem uma posição de combate atrás dos gauleses. Aníbal liderou o exército principal através do rio depois de Hanão ter enviado sinais de fumaça de que a emboscada estava armada. Conforme os gauleses se juntavam para enfrentar as forças de Aníbal, Hanão atacou-as por trás e acabou debandando completamente seu exército. Embora a batalha não tenha sido travada contra um exército romano, o resultado da batalha teve um profundo efeito sobre os resultados subsequentes da guerra. Se os cartagineses tivessem sido impedidos de atravessar o Ródano, a invasão da Itália em 218 a.C. possivelmente não teria acontecido. Esta foi a primeira grande batalha travada por Aníbal foram da Península Ibérica.

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  20. 218 a.C.

    Travessia dos Alpes por Aníbal

    A Travessia dos Alpes por Aníbal foi um dos primeiros eventos da Segunda Guerra Púnica, um período de quase duas décadas de hostilidades entre a República Romana e Cartago, especialmente o seu principal general, Aníbal. Depois do desastre em Sagunto, uma missão romana enviada para negociar com os cartagineses retorna ciente da hostilidade da Hispânia, da neutralidade dos gauleses e do apoio de Massília. Quando os dois novos cônsules foram escolhidos, Públio Cornélio Cipião foi incumbido da Hispânia como sua "província", e que desenvolvesse uma nova frota, pois o sítio e a pilhagem de Sagunto não poderia ser tolerado, sob a pena de abalar sua reputação entre gauleses e iberos.

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  21. 218 a.C.

    Batalha de Cissa

    A Batalha de Cissa foi uma das primeiras batalhas da Segunda Guerra Púnica. Foi travada em 218 a.C. perto da colônia grega de Tarraco, no nordeste da Península Ibérica. Um exército romano, liderado por Cneu Cornélio Cipião Calvo, derrotou um exército cartaginês numericamente inferior liderado por Hanão, conquistando o controle do território ao norte do rio Ebro que Aníbal havia acabado de subjugar meses antes, no versão de 218 a.C.. Esta foi a primeira batalha dos romanos na Hispânia.

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  22. 218 a.C.

    Batalha de Lilibeu (218 a.C.)

    A Batalha de Lilibeu ou Batalha de Lilibeia foi a primeira batalha naval entre as frotas de Cartago e da República Romana durante a Segunda Guerra Púnica. Os cartagineses enviaram 35 quinquerremes para atacar a Sicília, começando por Lilibeu. Os romanos, avisados por Hierão II de Siracusa, tiveram tempo de interceptar os cartagineses com uma frota de 20 quinquerremes e conseguiram capturar sete navios inimigos.

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  23. 217 a.C.

    Batalha do Lago Trasimeno

    A Batalha do Lago Trasimeno, travada na primavera de 217 a.C. nas margens do lago Trasimeno, na província de Perúgia, Itália, foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual Aníbal destruiu o exército romano de Caio Flamínio numa emboscada, matando-o.

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  24. 217 a.C.

    Batalha do rio Ebro

    A Batalha do rio Ebro foi um batalha naval travada perto da foz do rio Ebro na primavera de 217 a.C. entre uma marinha cartaginesa de aproximadamente 40 quinquerremes, sob o comando de Himilcão, e uma romana de 55 navios, liderada por Cneu Cornélio Cipião Calvo. Asdrúbal Barca, o comandante cartaginês na Ibéria, lançou uma expedição conjunta para destruir a base romana ao norte do Ebro. O contingente naval cartaginês foi completamente derrotado depois de um ataque surpresa pelos navios romanos, perdendo 29 navios e o controle dos mares na região. A reputação dos romanos aumentou ainda mais entre os iberos, provocando revoltas em algumas tribos sob controle cartaginês.

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  25. 217 a.C.

    Batalha de Gerônio

    A batalha de Gerônio ocorreu durante a Segunda Guerra Púnica entre Cartago e a República Romana em 217 a.C. O exército de Aníbal Barca, após vencer na batalha do Campo Falerno, marchou para norte e depois para leste para a Apúlia, através do Sâmnio. Contudo, era seguido de perto e muito cautelosamente pelo ditador Quinto Fábio Máximo, que seguia o que mais tarde receberia o nome de estratégia fabiana.

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  26. 217 a.C.

    Batalha do Campo Falerno

    A Batalha do Campo Falerno aconteceu durante a Segunda Guerra Púnica entre Cartago e a República Romana. Após a vitória no lago Trasimeno, o exército de Aníbal marchou para sul e chegou até a Campânia. Os cartagineses trasladaram-se até o Campo Falerno, um fértil vale de rio rodeado de montanhas.

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  27. 216 a.C.

    Batalha de Canas

    A Batalha de Canas (Cannae), também conhecida no meio militar como a Batalha da Aniquilação, travada em 2 de agosto de 216 a.C., foi uma batalha decisiva da Segunda Guerra Púnica, na qual o exército cartaginês liderado por Aníbal esmagou o exército romano liderado por Varrão.

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  28. 216 a.C.

    Batalha de Nola (216 a.C.)

    A Primeira Batalha de Nola foi travada em 216 a.C. entre as forças do general cartaginês Aníbal e um exército romano comandado por Marco Cláudio Marcelo. Aníbal queria capturar a cidade de Nola, mas fracassou. Depois desta primeira batalha, Nola voltaria a enfrentar mais dois assaltos, também fracassados, nos anos seguintes.

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  29. 216 a.C.

    Emboscada da Floresta Litana

    A Emboscada da Floresta Litana entrou, por um breve momento, na história oficial da Roma Antiga como uma emboscada desferida pelos gauleses boios contra um grande contingente romano, que foi completamente destruído. Como lembrança de um grande golpe à honra das legiões romanas, é compreensível que esta floresta tenha sido completamente destruída para dar lugar ao cultivo agrícola na forma de centuriações, uma verdadeira forma de damnatio memoriae.

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  30. 215 a.C.

    Batalha de Dertosa

    A Batalha de Dertosa aconteceu na primavera de 215 a.C. entre Asdrúbal e os irmãos Públio e Cneu Cornélio Cipião, perto de Dertosa, ao sul do rio Ebro.

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  31. 215 a.C.

    Batalha de Nola (215 a.C.)

    A Segunda Batalha de Nola foi travada em 215 a.C. entre o exército cartaginês e o exército romano, liderado pelo propretor Marco Cláudio Marcelo. Foi a segunda tentativa de Aníbal de ocupar a cidade, novamente sem sucesso. Esta vitória foi fundamental, pois deu aos romanos esperança de que seria possível vencer o invencível general cartaginês.

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  32. 215 a.C.

    Batalha de Corno

    A Batalha de Corno foi uma batalha travada nas imediações da ilha da Sardenha, em 215 a.C., entre o exército cartaginês, comandado por Asdrúbal, o Calvo, e Hampsicora, e o exército romano, comandado por Tito Mânlio Torquato. A batalha ocorreu quando um exército cartaginês navegou até a Sardenha para apoiar uma revolta entre seus cidadãos contra a ocupação romana.

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  33. 215 a.C.

    Batalha de Cumas (215 a.C.)

    A Batalha de Cumas foi uma batalha travada em 215 a.C. entre o exército cartaginês de Aníbal e o exército romano do cônsul Tibério Semprônio Graco no contexto da Segunda Guerra Púnica e que terminou em vitória romana.

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  34. 214 a.C.

    Cerco de Siracusa (214–212 a.C.)

    O Cerco de Siracusa pela República Romana aconteceu de 214-212 a.C. Ao fim do cerco, a cidade Helenística de Siracusa, situada na costa leste da Sicília, caiu. Os romanos invadiram a cidade depois de um cerco prolongado, dando-lhes o controle de toda a ilha da Sicília. Durante o cerco a cidade era protegida por armas desenvolvidas por Arquimedes, o grande inventor e polímata. Ao fim do cerco Arquimedes foi morto por um soldado romano, que violou as instruções do general romano Marcelo para poupar sua vida.

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  35. 214 a.C.

    Batalha de Nola (214 a.C.)

    A Terceira Batalha de Nola foi travada em 214 a.C. entre o exército cartaginês e o exército da República Romana, liderado pelo cônsul Marco Cláudio Marcelo. Foi a terceira e última tentativa cartaginesa de capturar a cidade por parte de Aníbal, novamente decidida em favor de Roma. Esta vitória representou um novo sucesso contra as forças de Aníbal e deu aos romanos uma nova esperança por um desfecho positivo para a Segunda Guerra Púnica.

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  36. 214 a.C.

    Batalha de Benevento (214 a.C.)

    A Primeira Batalha de Benevento foi travada em 214 a.C., perto da moderna cidade de Benevento, durante a Segunda Guerra Púnica. As legiões romanas, lideradas por Tibério Semprônio Graco, derrotaram o exército cartaginês liderado por Hanão, o Velho, o que negou a Aníbal a possibilidade de receber reforços. Lívio provê um breve relato da batalha, que era parte de uma campanha romana para reconquistar as cidades-estado do sul da Itália que haviam se juntado a Aníbal depois do desastre da Batalha de Canas.

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  37. 212 a.C.

    Batalha do Silaro

    A Batalha do Silaro foi travada em 212 a.C. entre os exércitos de Aníbal e o do centurião romano Marco Centênio Pênula, a quem foi entregue o comando de um novo exército recém-alistado. Os cartagineses saíram vitoriosos da batalha, destruindo completamente o exército romano, formado por 8 000 homens. Esta foi uma das poucas batalhas nas quais Aníbal contava com a superioridade numérica, pois suas forças eram de 25-30 000 homens. A destruição deste exército romano, porém, não alterou significativamente a situação da guerra na região.

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  38. 212 a.C.

    Batalha de Cápua (212 a.C.)

    A Primeira Batalha de Cápua foi travada em 212 a.C. entre Aníbal e dois exércitos consulares romanos, liderados pelos cônsules Quinto Fúlvio Flaco e Ápio Cláudio Pulcro. Os romanos foram derrotados, mas conseguiram escapar. Aníbal conseguiu levantar temporariamente o cerco de Cápua, mas esta vitória foi tática, pois a cidade terminaria capturada no ano seguinte.

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  39. 212 a.C.

    Batalha de Herdônia (212 a.C.)

    Primeira Batalha de Herdônia (português brasileiro) ou Primeira Batalha de Herdónia (português europeu) foi travada em 212 a.C. durante a Segunda Guerra Púnica entre as forças cartaginesas de Aníbal e as forças romanas do pretor Cneu Fúlvio Flaco, irmão do cônsul Quinto Fúlvio Flaco. O exército romano foi completamente destruído, deixando a Apúlia livre para os cartagineses por mais de um ano.

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  40. 212 a.C.

    Batalha de Taranto (212 a.C.)

    A Primeira Batalha de Taranto foi travada durante a Segunda Guerra Púnica, em 213-212 a.C., entre as forças cartaginesas de Aníbal e a guarnição romana de Taranto comandada por Marco Lívio Macatao. O resultado foi uma derrota completa do exército romano e a posterior captura da cidade de Taranto pelos cartagineses.

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  41. 212 a.C.

    Batalha de Benevento (212 a.C.)

    A Segunda Batalha de Benevento foi travada entre o exército cartaginês, comandado por Hanão, o Velho, e o exército romano, comandado por Quinto Fúlvio Flaco, em 212 a.C., apenas dois anos depois da Primeira Batalha de Benevento. Assim como no caso anterior, esta batalha terminou com uma derrota cartaginesa. Lívio apresenta um breve relato desta batalha.

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  42. 211 a.C.

    Batalha do Bétis Superior

    A Batalha do Bétis Superior foi uma batalha travada durante a Segunda Guerra Púnica entre as forças cartaginesas e da República Romana em 211 a.C.. Em duas batalhas seguidas, em Cástulo e Ilorci, o exército cartaginês, liderado por Asdrúbal Barca, Magão Barca e Asdrúbal Giscão, enfrentou e derrotou os irmãos Cipião, Públio e Cneu Cornélio Cipião, que resultaram ambos mortos ao final das duas batalhas.

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  43. 211 a.C.

    Batalha de Cápua (211 a.C.)

    A Segunda Batalha de Cápua foi uma batalha travada em 211 a.C. durante a Segunda Guerra Púnica entre as forças da República Romana e os exércitos cartagineses de Aníbal. Os romanos foram vitoriosos e conseguiram capturar a importante cidade de Cápua.

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  44. 210 a.C.

    Batalha de Herdônia (210 a.C.)

    Segunda Batalha de Herdônia (português brasileiro) ou Segunda Batalha de Herdónia (português europeu) foi travada no final do verão de 210 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica, entre as forças cartaginesas de Aníbal e as forças romanas do procônsul Cneu Fúlvio Centúmalo. O exército romano foi novamente derrotado pelos cartagineses.

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  45. 210 a.C.

    Batalha de Numistro

    A Batalha de Numistro foi uma batalha travada no final do versão de 210 a.C. entre o exército cartaginês, comandado por Aníbal, e um exército romano, dirigido pelo cônsul Marco Cláudio Marcelo, no contexto da Segunda Guerra Púnica.

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  46. 210 a.C.

    Batalha de Sapriporte

    A Batalha de Sapriporte foi uma batalha naval travada em 210 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica, a cerca de 20 quilômetros de Taranto, num local conhecido como Sapriporte, entre a frota romana e uma frota tarantina.

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  47. 209 a.C.

    Batalha de Nova Cartago (209 a.C.)

    A Primeira Batalha de Cartago Nova foi travada em 209 a.C. e foi um assalto das forças da República Romana, lideradas por Públio Cornélio Cipião, à capital cartaginesa na Península Ibérica, Cartago Nova, no contexto da Segunda Guerra Púnica.

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  48. 209 a.C.

    Batalha de Canúsio

    A Batalha de Canúsio, conhecida também como Batalha de Ásculo, foi travada entre os exércitos da República Romana, liderados pelo procônsul Marco Cláudio Marcelo, e os de Cartago, liderados por Aníbal. Com três dias de duração, a batalha ocorreu na Apúlia no começo do verão de 209 a.C., o décimo ano da Segunda Guerra Púnica. Foi o auge da campanha romana contra os povos e tribos que havia sido conquistados ou que haviam traído voluntariamente a aliança com Roma e estavam aliados aos cartagineses na região de Salentino, norte da Lucânia e o extremo sudoeste da Magna Grécia. A campanha também tinha por objetivo apertar o cerco sobre Aníbal no sul da Itália.

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  49. 209 a.C.

    Batalha de Taranto (209 a.C.)

    A Segunda Batalha de Taranto, travada em 209 a.C., foi uma batalha na qual as forças da República Romana reconquistaram a cidade e o porto de Taranto das forças cartaginesas de Aníbal durante a Segunda Guerra Púnica. No final de 213 a.C. e início do ano seguinte, a cidade se revoltou e permitiu que os cartagineses a ocupassem, aniquilando a guarnição romana. Esta conquista cartaginesa não foi um ato de força contra a população de Taranto, majoritariamente grega, mas um ato coordenado entre ela e Aníbal por conta do descontentamento com a ocupação romana, que já vinha desde o final da Guerra Pírrica, sessenta anos antes.

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  50. 208 a.C.

    Batalha de Bécula

    A batalha de Bécula ocorreu em 208 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica. Nesta batalha, Públio Cornélio Cipião, ao estrear no comando das tropas romanas na Hispânia, derrotou os cartagineses comandados por Asdrúbal Barca.

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  51. 208 a.C.

    Batalha de Petélia (208 a.C.)

    A Segunda Batalha de Petélia foi travada em 208 a.C. entre as forças militares de Cartago e da República Romana durante a Segunda Guerra Púnica.

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  52. 207 a.C.

    Batalha do Metauro

    A Batalha do Metauro, travada em 207 a.C., perto do rio Metauro, na península Itálica, foi uma batalha da Segunda Guerra Púnica, na qual o comandante cartaginês Asdrúbal, irmão de Aníbal, foi derrotado e morto pelos exércitos romanos combinados dos cônsules Marco Lívio Salinador e Caio Cláudio Nero.

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  53. 207 a.C.

    Batalha de Grumento

    A Batalha de Grumento ocorreu em 207 a.C., durante a Segunda Guerra Púnica, entre os romanos liderados por Caio Cláudio Nero e os cartagineses liderados por Aníbal. A batalha não foi decisiva, e Nero marchou para o norte onde ele derrotou e matou o irmão de Aníbal, Asdrúbal, na batalha do Metauro.

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  54. 206 a.C.

    Batalha de Ilipa

    A batalha de Ilipa ou (Silpia) ocorreu em 206 a.C., a cerca de dezesseis quilômetros ao norte da moderna Sevilha, durante a Segunda Guerra Púnica. O exército romano, comandado por Públio Cornélio Cipião, derrotou o exército cartaginês, comandado por Asdrúbal Giscão e seu aliado númida Massinissa.

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  55. 206 a.C.

    Batalha de Carteia

    A Batalha de Carteia foi uma batalha naval entre a frota cartaginesa e a frota romana perto da cidade de Carteia, na Hispânia, em 206 a.C.. Os romanos, comandados por Caio Lélio, levaram a melhor sobre os cartagineses do almirante Aderbal.

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  56. 204 a.C.

    Batalha de Crotona

    A Batalha de Crotona ou, mais precisamente, as Batalhas de Crotona, travadas em 204 e 203 a.C., juntamente com o raide na Gália Cisalpina, foram as últimas operações militares em grande escala entre romanos e cartagineses na Itália durante a Segunda Guerra Púnica. Depois do recuo de Aníbal para Brúcio após a derrota em Metauro, que levou Asdrúbal, seu irmão, à morte, os romanos tentaram continuamente bloquear suas forças no mar Jônico para impedir sua inevitável fuga para Cartago capturando Crotona. O comandante cartaginês fez o que pôde para manter o controle sobre seu último porto ainda efetivo depois de anos de guerra e, no final, conseguiu seu intento.

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  57. 203 a.C.

    Batalha das Grandes Planícies

    Batalha das Grandes Planícies ou Batalha dos Grandes Campos, conhecida ainda como Batalha dos Campi Magni ou Batalha do rio Bagradas, foi uma batalha travada entre Cipião Africano, comandante das forças da República Romana, e um exército combinado de cartagineses e númidas masésilos no final da Segunda Guerra Púnica. A vitória romana forçou Aníbal, que ainda combatia os romanos na região de Brúcio, no sul da península Itálica, a voltar para a África para defender Cartago.

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  58. 203 a.C.

    Batalha de Útica (203 a.C.)

    A Batalha de Útica foi travada em 203 a.C. entre os exércitos da República Romana e de Cartago durante a segunda guerra entre eles pelo domínio do Mediterrâneo ocidental. Por meio de um ataque surpresa, o comandante romano, Públio Cornélio Cipião, conseguiu destruir uma grande força cartaginesa e de seus aliados númidas num local não muito distante da foz do rio Medjerda, na moderna Tunísia. Com esta vitória, Cipião conseguiu uma valiosa vantagem estratégica ao mudar o foco da guerra da península Itálica e da Península Ibérica para o norte da África cartaginês, o que seria decisivo para a vitória final dos romanos.

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  59. 203 a.C.

    Batalha do Pó

    Raide no vale do Pó ou Batalha do Pó, em 203 a.C., foi a última ação militar cartaginesa na península Itálica no final da Segunda Guerra Púnica. O general Magão Barca, filho de Amílcar Barca, desembarcou seu exército em Gênova, na Ligúria, dois anos antes, numa tentativa de manter os romanos ocupados ocupados no norte da Itália para impedir - ou pelo menos atrasar - a iminente invasão romana no norte da África. Ele teve bastante sucesso em reavivar a rebelião entre os diversos povos da região contra o domínio romano e Roma foi forçada a concentrar uma grande força militar na região, culminando numa grande batalha travada na terra dos ínsubres. Magão foi derrotado, ferido gravemente e obrigado a recuar. A estratégia cartaginesa também não foi capaz de impedir a invasão de Cipião Africano, que devastou a África e destruiu todos os exércitos enviados para detê-lo. Em desespero, os cartagineses chamaram Magão de volta da Itália juntamente com seu irmão, o grande general Aníbal, que ainda lutava no sul da Itália, para enfrentar Cipião, o que culminaria na vitória romana na Batalha de Zama. Os restos das forças cartaginesas na Gália Cisalpina continuaram a atormentar os romanos por muitos anos depois do final da guerra.

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  60. 203 a.C.

    Batalha de Cirta

    A Batalha de Cirta foi uma batalha travada entre as forças combinadas da República Romana, comandadas pelo general Caio Lélio, e dos númidas massílios, comandados pelo rei Massinissa, contra os númidas masésilos, liderados pelo rei Sífax, aliado de Cartago na Segunda Guerra Púnica. A vitória dos romanos garantiu que Massinissa assumisse definitivamente o comando do Reino da Numídia, privando os cartagineses de seu principal aliado na guerra.

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  61. 202 a.C.

    Batalha de Zama

    A Batalha de Zama, travada em 19 de outubro de 202 a.C., foi uma batalha decisiva da Segunda Guerra Púnica. O exército da República Romana, liderado por Cipião Africano, derrotou as forças de Cartago lideradas por Aníbal. Logo após essa derrota, o senado de Cartago assinou um tratado de paz, terminando assim uma guerra de quase 20 anos.

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  62. 149 a.C.

    Cerco de Cartago

    O cerco de Cartago foi o principal confronto da Terceira Guerra Púnica travada entre Cartago e Roma. Consistiu num cerco de quase três anos à capital cartaginesa, Cartago. Em 149 a.C., um grande exército romano desembarcou em Útica, no norte da África. Os cartagineses esperavam apaziguar os romanos todavia, apesar dos cartagineses terem entregado todas as suas armas, os romanos continuaram a sitiar a cidade de Cartago. A campanha romana sofreu repetidos reveses ao longo de 149 a.C., aliviado apenas por Cipião Emiliano, um oficial de patente média, que distinguiu-se várias vezes. Um novo comandante romano assumiu em 148 a.C., e se saiu igualmente mal. Na eleição anual dos magistrados romanos no início de 147 a.C., o apoio público a Cipião foi tão grande que as restrições de idade usuais foram suspensas para permitir que ele fosse nomeado comandante na África.

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  63. 149 a.C.

    Batalha do Lago Túnis

    Batalha do Lago Túnis (português brasileiro) ou Tunes (português europeu) foi uma série de batalhas da Terceira Guerra Púnica travadas em 149 a.C. entre as forças cartaginesas e da República Romana.

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  64. 147 a.C.

    Batalha do Porto de Cartago

    A Batalha do Porto de Cartago foi uma batalha naval da Terceira Guerra Púnica travada em 147 a.C. entre cartagineses e a República Romana.

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  65. 147 a.C.

    Batalha de Néferis (147 a.C.)

    A Batalha de Néferis foi a segunda batalha da Terceira Guerra Púnica travada em Néferis em 147 a.C. entre as forças da República Romana, comandadas por Cipião Emiliano, e as cartaginesas, lideradas pelo general Diógenes de Cartago.

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Antes e depois, por perto

  1. 753 a.C.Fundação de Roma
  2. 431 a.C. – 404 a.C.Guerra do Peloponeso
  3. 264 a.C. – 146 a.C.Guerras PúnicasEsta página
  4. 264 a.C. – 241 a.C.Primeira Guerra Púnica
  5. 218 a.C. – 201 a.C.Segunda Guerra Púnica
  6. 216 a.C.Batalha de Canas

Quem governou esta terra

Estados aos quais pertencia este local segundo os dados de fronteiras históricas (Cliopatria). Os anos são aproximados, conforme o intervalo dos dados (de alguns anos a um século). Toque para abrir o mapa daquele ano.

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